Alimentação das crianças no Regresso às Aulas

Com o final do Verão começa a azáfama dos pais com o regresso às aulas dos seus filhos: livros novos, cadernos, canetas, lápis, mochilas coloridas, a excitação das crianças que vão rever amigos e professores e o cumprimento de horários, postos de lado durante as férias…

O regresso à escola impõe também uma mudança na alimentação das crianças que, durante o Verão, aproveitaram, certamente, para abusar dos gelados, bolos, chocolates, refrigerantes, batatas fritas, tiras de milho e outros alimentos doces e salgados e rejeitar alimentos importantes como uma boa sopa e a fruta.

Reestruturar a alimentação das crianças não vai ser tarefa fácil, mas nada que não seja possível com uma boa dose de paciência, persistência e fundamentalmente por sabermos que a sua saúde (e consequentemente o aparecimento de doenças crónicas – obesidade, diabetes, hipertensão, cancro…) depende dos hábitos alimentares que lhes incutimos desde cedo.

 

Pequeno-almoço – refeição fundamental

Todos sabemos que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia, pena que saber nem sempre seja sinónimo de fazer. De facto, o pequeno-almoço é fundamental para proporcionarmos ao organismo a energia e os nutrientes necessários ao começo de um novo dia.

Um pequeno-almoço completo e equilibrado além de evitar a fraqueza e a quebra de rendimento físico e intelectual no final da manhã, reduz o apetite nas restantes refeições do dia, sobretudo o almoço, contribuindo para uma distribuição alimentar e calórica mais saudável e equilibrada ao longo do dia, diminuindo o risco de obesidade.

Todos nós beneficiamos com a ingestão do pequeno-almoço, mas as crianças e os adolescentes, por se encontrarem numa fase de grande crescimento e desenvolvimento, não devem mesmo privar-se desta importante refeição.

Hipoglicemia, mal-estar e má disposição geral, cefaleias, impaciência e agressividade e a diminuição da capacidade de resposta e de reflexos poderão ser algumas consequências de não se tomar o pequeno-almoço.

O pequeno-almoço deve ser completo, equilibrado e variado, combinando todos os nutrientes necessários ao nosso organismo. Assim deverá obrigatoriamente incluir: pão (de preferência escuro) ou cereais integrais pobres em sal e açúcares (ler sempre os rótulos) e um copo de leite ou produtos derivados.

A meio da manhã as crianças devem fazer uma refeição ligeira de modo a que não passem mais de 3 horas sem comer. O ideal é levarem este lanchinho de casa, para não caírem na tentação de comerem alimentos ricos em gordura, sal e açúcar que poderão estar disponíveis no bar da escola. Esta merenda poderá ser composta, por exemplo, por uma peça de fruta e por uma fatia de pão com queijo.

Tanto o almoço, como o jantar devem iniciar-se com um belo prato de sopa, que tem como grandes vantagens uma elevada riqueza nutricional e um baixo valor calórico. De facto, a sopa é rica em vitaminas, minerais e fibra alimentar, componentes essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo.

Fonte: APN


Com o final do Verão começa a azáfama dos pais com o regresso às aulas dos seus filhos: livros novos, cadernos, canetas, lápis, mochilas coloridas, a excitação das crianças que vão rever amigos e professores e o cumprimento de horários, postos de lado durante as férias…

 

O regresso à escola impõe também uma mudança na alimentação das crianças que, durante o Verão, aproveitaram, certamente, para abusar dos gelados, bolos, chocolates, refrigerantes, batatas fritas, tiras de milho e outros alimentos doces e salgados e rejeitar alimentos importantes como uma boa sopa e a fruta.

 

Reestruturar a alimentação das crianças não vai ser tarefa fácil, mas nada que não seja possível com uma boa dose de paciência, persistência e fundamentalmente por sabermos que a sua saúde (e consequentemente o aparecimento de doenças crónicas – obesidade, diabetes, hipertensão, cancro…) depende dos hábitos alimentares que lhes incutimos desde cedo.

 

Pequeno-almoço – refeição fundamental

 

Todos sabemos que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia, pena que saber nem sempre seja sinónimo de fazer. De facto, o pequeno-almoço é fundamental para proporcionarmos ao organismo a energia e os nutrientes necessários ao começo de um novo dia.

 

Um pequeno-almoço completo e equilibrado além de evitar a fraqueza e a quebra de rendimento físico e intelectual no final da manhã, reduz o apetite nas restantes refeições do dia, sobretudo o almoço, contribuindo para uma distribuição alimentar e calórica mais saudável e equilibrada ao longo do dia, diminuindo o risco de obesidade.

 

Todos nós beneficiamos com a ingestão do pequeno-almoço, mas as crianças e os adolescentes, por se encontrarem numa fase de grande crescimento e desenvolvimento, não devem mesmo privar-se desta importante refeição.

Hipoglicemia, mal-estar e má disposição geral, cefaleias, impaciência e agressividade e a diminuição da capacidade de resposta e de reflexos poderão ser algumas consequências de não se tomar o pequeno-almoço.

 

O pequeno-almoço deve ser completo, equilibrado e variado, combinando todos os nutrientes necessários ao nosso organismo. Assim deverá obrigatoriamente incluir: pão (de preferência escuro) ou cereais integrais pobres em sal e açúcares (ler sempre os rótulos) e um copo de leite ou produtos derivados.

 

A meio da manhã as crianças devem fazer uma refeição ligeira de modo a que não passem mais de 3 horas sem comer. O ideal é levarem este lanchinho de casa, para não caírem na tentação de comerem alimentos ricos em gordura, sal e açúcar que poderão estar disponíveis no bar da escola. Esta merenda poderá ser composta, por exemplo, por uma peça de fruta e por uma fatia de pão com queijo.

 

Tanto o almoço, como o jantar devem iniciar-se com um belo prato de sopa, que tem como grandes vantagens uma elevada riqueza nutricional e um baixo valor calórico. De facto, a sopa é rica em vitaminas, minerais e fibra alimentar, componentes essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo.

Fonte: APN


Alimentação das crianças no Regresso às Aulas