A cidade de Poá, em São Paulo, no Brasil, está a testar a utilização de placas de trânsito feitas de material reciclado, nomedamanete plástico e alumínio de embalagens longa vida, noticia o portal brasileiro G1 da Globo.
Segundo José Paulo Teixeira, diretor do Deparatemento de Trânsito de Poá, “hoje, uma placa de alumínio custa cerca de R$ 25 [11€] a R$30 [13€], e não tem como ser reutilizada, ao contrário da placa ecológica que pode ser reaproveitada”.
As placas estão a ser produzidas numa fábrica em Mogi das Cruzes, em São Paulo, que ao recorrer a uma tecnologia alemã consegue reaproveitar o plástico e o alumínio das embalagens recicladas.
“Estamos a utilizar matéria-prima de uma composição que vai gerar placas, telhas, e que, ao invés de se transformar em algo inútil ou lixo, gera benefícios para o próprio meio ambiente”, explicou Edson Antônio Landucci, director da empresa responsável pelo fabrico das placas.
Depois de estar seco, o material é acondicionado e protegido da luz do sol e da humidade. A partir daqui, o produto é embalado em filme de poliéster, como se fosse um “colchão”. De seguida, “o “colchão” é prensado a 160º, dando origem às placas de trânsito.
“Quanto mais pessoas forem incentivadas a reciclar, mais facilidade temos em obter a matéria-prima, permitindo reduzir o custo final”, afirmou Rafael Landucci, director comercial da Mogi das Cruzes.
Num mês, cerca de 100 placas foram substituídas nas ruas de Poá que foi a primeira cidade de São Paulo a encomendar as placas ecológicas.
Confira nas imagens abaixo algumas das etapas do processo de fabrico das placas de trânsito.



















