Alimentos anti-stress (Parte II)

Não é só o consumo de alimentos “anti-stress” que importa. É igualmente fundamental estabelecer rotinas diárias nos horários das refeições, de modo a que não se fique longos períodos de tempo sem comer. O ideal é mesmo seguir os princípios da alimentação saudável e realizar pequenas refeições de 3 em 3 horas, em vez de concentrar toda a comida do dia no almoço e no jantar.

Quando se come a tal ritmo, o aparelho digestivo funciona com maior eficácia e menor esforço, os alimentos são melhor digeridos e aproveitados e atenuam-se os impulsos para comer e beber demasiado às refeições e para petiscar snacks hipercalóricos fora delas.

Um bom pequeno-almoço, composto por fruta, leite ou derivados, pão escuro ou outros fornecedores de amido e fibras, é essencial para fornecer ao organismo a energia e os nutrientes necessários ao arranque de um novo dia repleto de tarefas e compromissos profissionais, pessoais e domésticos.

Quando a comida tarda ou, de manhã, se permanece em jejum, à medida que as horas passam, o défice de concentração e atenção aumenta, a precisão na execução das mais actividades diminui, podendo surgir irritação, nervosismo, tremores, dores de cabeça e suores frios, que só vão agravar os níveis de stress.

Mesmo que a sua agenda esteja totalmente preenchida, almoce convenientemente, não se limitando a desenrascar “qualquer coisa” para comer no escritório ou na confeitaria mais próxima. Tente reservar pelo menos 30 minutos ou  1hora para se sentar tranquilamente a comer de faca e garfo. Idealmente, inclua sopa e fruta nas refeições do almoço e do jantar.

Fonte: APN – Associação Portuguesa de Nutricionistas