Os primeiros números relativos aos incêndios florestais ocorridos no mês de Julho em Portugal já são conhecidos. Segundo o Instituto de Meteorologia (IM), estes fogos contribuíram com a emissão de 49.607 toneladas de carbono.
De acordo com o Diário de Notícias, o IM monitoriza diariamente estes resultados, pelo que o instituto já adiantou, paralelamente, que estes valores serão bem mais elevados em Agosto.
“A quantidade acumulada de carbono libertado para a atmosfera no mês de Julho foi cerca de 49.607 toneladas”, explicou o relatório de Risco Meteorológico.
De acordo com a Autoridade Florestal Nacional (AFN), a área total ardida em Julho foi de 18.769 hectares, sendo que cerca de 88% das emissões foram registadas na última semana de Julho.
Ainda segundo AFN, na primeira quinzena de Agosto terão ardido 49.386 hectares de floresta, quase o triplo de todo o mês de Julho, pelo que se pode ter já uma ideia do total de CO2 que terá sido – e ainda será – emitidas neste mês.
São números chocantes e irão obrigar, nos próximos meses, a repensar a estratégia portuguesa para as florestas. Não concorda?
















