O auto de consignação referente à construção da central de valorização orgânica de resíduos junto ao aterro da Resitejo, empresa responsável pela gestão dos resíduos sólidos urbanos da zona geográfica do Médio Tejo, vai ser assinado na primeira quinzena de Agosto.
A informação foi avançada por Diamantino Duarte, administrador delegado da empresa, que faz a gestão dos lixos domésticos em vários concelhos da região.
O projecto envolve um investimento de aproximadamente 22 milhões de euros, sendo que cerca de 10 milhões de euros serão da responsabilidade dos municípios associados da Resitejo e o restante financiado por fundos comunitários.
Apesar do projecto para construção da central de valorização orgânica, que irá permitir transformar os resíduos em adubo e electricidade, ter sido apresentado em 2004, a Resitejo só adjudicou a obra em Março de 2009.
Segundo Diamantino Duarte, “a valorização orgânica permitirá a venda do composto orgânico resultante do tratamento de resíduos e da electricidade produzida através da biodigestão”.
A Resitejo – Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo integra os municípios de Alcanena, Chamusca, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Santarém, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
De salientar que, desde a sua entrada em funcionamento (1999), a Resitejo tem vindo a aumentar gradualmente a quantidade de resíduos recolhidos. Por exemplo, a quantidade de papel e cartão recolhida em 2008 foi de 2381 toneladas, um número que aumentou para as 2800 toneladas em 2009.

















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Olá Manuel. Obrigada pelo seu comentário. Terá de contactar directamente a Resitejo. Aceda aos contactos no link http://www.resitejo.pt/.