Quem o garante é o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que disse esta sexta-feira que a recolha selectiva de resíduos porta-a-porta não pode ainda ser generalizada ao país devido aos elevados custos que comporta.
“A recolha porta-a-porta é algo que o sistema de gestão de resíduos tem ensaiado, que não se pode ainda generalizar porque os custos são consideráveis”, disse Humberto Rosa à margem do Seminário Nacional Eco-Escolas 2010, que decorre até domingo em Coimbra.
O governante, citado pela Agência Lusa, avançou que estes sistemas são eficazes mas “complexos e caros”, daí que careçam estudos-piloto para apurar o seu grau de eficácia.
Ainda assim, e embora se caminhe para formas inovadoras de recolha selectiva, a rede de ecopontos “é hoje mais do que óptima quanto à proximidade que é de esperar entre o cidadão e o ecoponto”.
“A maior parte do que se faz hoje em termos de reciclagem e separação de resíduos vem muito das escolas. O programa Eco-Escolas é provavelmente o maior programa de desenvolvimento sustentável português”, concluiu Humberto Rosa.















