Os resíduos de embalagens (papel, plástico, metal, vidro e madeira) representam cerca de um terço do total dos resíduos sólidos urbanos, pelo que justificam uma atenção especial dada a quantidade e a natureza dos materiais que o constituem.
Muitos dos resíduos de embalagens podem ser valorizados, desde que convenientemente separados e recolhidos de acordo com a sua especificidade, este é o caso das embalagens de cartão para alimentos líquidos que representam cerca de 2 % do peso total dos resíduos de embalagens em Portugal.
Existem vários processos possíveis para reciclar as ECAL, contudo sendo o papel/cartão o principal constituinte das ECAL, é mais frequente que a reciclagem se dê pelo aproveitamento das fibras presentes nas embalagens. A reciclagem de papéis, em geral, tem sido fomentada em todo o mundo, nos últimos anos, evitando, assim, o abate de árvores e a sobrecarga dos aterros sanitários.
A desfibração é o processo universal de reciclagem de papel/cartão.
O polietileno e alumínio resultantes deste processo de desfibração podem ser valorizados através de vários processos, nomeadamente:
- reciclagem mecânica: o polietileno e alumínio podem ser utilizados para substituição do polietileno de baixa densidade em certos produtos.
Existem outros processos para o aproveitamento do polietileno e alumínio como por exemplo a tecnologia plasma e a incineração com aproveitamento de energia.
Para saber mais sobre o tema visite:
http://www.afcal.pt/destinoFinal_poliAlum.php
Fonte: Tetra Pak















