“Nas últimas décadas a percepção do consumidor face à alimentação tem vindo a modificar-se. De facto, se no passado a alimentação era vista sobretudo como um meio de satisfazer a fome e nutrir o corpo, hoje em dia, adicionalmente, a alimentação tornou-se também o principal veículo de promoção da saúde. A evolução do conceito de alimentação deriva de alguns factores, destacando-se, entre eles, o aumento da esperança média de vida da população e consequentemente o aumento dos custos de saúde associados, as alterações socio-económicas, as alterações na legislação alimentar e os progressos científicos e tecnológicos na área da nutrição e tecnologia alimentar.
De facto, são vários os estudos científicos que associam o consumo de determinados alimentos, nutrientes e/ou compostos fisiologicamente activos com benefícios para a saúde, nomeadamente, a redução do risco de doenças crónicas como diferentes tipos de cancro, obesidade, diabetes, hipertensão, osteoporose, doença cardiovascular e degenerescência macular relacionada com a idade.
A crescente consciencialização dos consumidores para a relação entre o consumo de determinados alimentos e a prevenção e/ou tratamento de certas doenças crónicas é outro dos factores que condicionou a maneira de encarar a alimentação(…)”
Fonte: SETI – Serviços de Tecnologia e Inovação
Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica















