As origens da embalagem remontam aos primórdios e estão espalhadas pelos mitos da pré-história.
É possível que uma das primeiras utilizações da embalagens tenha sido quando, na pré-história, o Homem começou a envolver carne crua em folhas de árvore. A necessidade de acondicionar surgiu quando as tribos migravam e precisavam de transportar consigo alimentos e água. Cestos fabricados com raízes, pequenos galhos e caules foram originariamente uma outra forma de embalagem.
Mais tarde, os produtos passaram a ser acondicionados em materiais como o tecido, o papel e a madeira. De entre estas matérias vegetais destacam-se ainda a juta e o sisal que contribuíram extraordinariamente para o desenvolvimento da embalagem, nomeadamente na manufactura de sacolas.
Durante algum tempo, a madeira foi provavelmente o material mais usado para embalagem. Das várias aplicações da madeira destacam-se as pequenas caixas adornadas e outras embalagens, tais como barris e cascos para o transporte de líquidos.
A partir de outras matérias-primas como a argila, o Homem desenvolveu a sua transformação para fabricar potes, jarros e ânforas. A descoberta do fabrico do vidro, reputada aos fenícios, veio adicionar às anteriores propriedades da embalagem a transparência.
O metal como meio de embalagem surge mais tarde sob a forma de folha e veio a permitir conservar os alimentos de maneira mais eficaz e segura.
Posteriormente surgiu o processo de transformar a celulose em papel ou cartão o que permitiu o aparecimento de novas formas de embalagem.
O aparecimento do plástico impulsionou uma evolução radical e novas descobertas em termos da embalagem.
O novo paradigma da embalagem actual é resultante da alteração dos processos de venda e distribuição, dos avanços tecnológicos, da evolução social, do aumento global da qualidade de vida e da crescente consciencialização ambiental.
Fonte: CNE – Centro Nacional de Embalagem















